segunda-feira, 12 de setembro de 2011

artes- desenhando - passo a passo.


artes- desenhando - passo a passo.



Alfabetização - caça-palavras



Bullying


DIGA NÃO AO BULLYING

Devido a grande incidência de reclamações das crianças quanto à ameaças de  outros alunos, resolvemos fazer uma campanha  contra o Bullying.
Pedi a eles que trouxessem reportagens e fotos sobre o Bullying.
Pesquisei na internet e copiei duas cartilhas, a da ABRAPIA e outra do Conselho Nacional de Justiça. Ambas foram de grande valia quanto à leitura de  como estar se prevenindo dos possíveis agressores, e também como agir se vier a sofrer um ataque de algum bullie.
Primeiro foi lido um texto sobre o que é bullying e como identificar possíveis agressores.  Fizemos a interpretação desse texto e  a socialização das respostas.
Foi trabalhado o tema: Respeitando as Diferenças e para isso foi passado o filme "Happy Feet" onde eles viram com outros olhos o que realmente aconteceu com o "Mano"( o pinguim que era diferente dos demais).
Foi feito um selinho de " Nada de Bullying" para  colarem na roupa e andarem pela escola nos horários de recreio e o questionamento sobre o assunto foi muito grande. Falava-se  pela escola toda. 
Cada dia era feito uma nova leitura  sobre o assunto e eram colocados no mural informativo.
No segundo dia foi feito o questionário " Kidscape" encontrado no site: www.observatoriodainfancia.com.br  onde pude notar que algumas crianças da minha sala sofriam ataques frequentes na escola.
Fizemos um gráfico sobre as respostas e foi muito bom porque serviu para que as crianças desabafassem suas mágoas e, finalizando realizou-se uma produção de textos onde eles falaram sobre as novas perspectivas de viver em uma escola mais humana.


















  
selinhos- Não para o bullying










Lembrancinhas-dia das Mães




quarta-feira, 10 de agosto de 2011

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Folclore- Lendas - Lenda do Guaraná

O guaraná


          É representada por uma criança de uma tribo de índios da Amazônia que  era conhecida por ter muitos índios fortes e corajosos, por sempre ter muita caça e uma plantação maravilhosa.
          Os índios da tribo eram muito felizes, e acreditavam que toda aquela sorte era por causa do jovem filho do cacique. A criança era cercada de cuidados e sempre tinha gente vigiando para que nenhum mal lhe acontecesse. Mas um dia, os guerreiros se descuidaram e o menino saiu para brincar na floresta. Índios de uma tribo inimiga, com muita inveja da sorte dos índios da outra aldeia, aproveitaram a situação e chamaram o espírito do mal, Jurupaí.
          – Jurupaí, espírito do mal! Nós precisamos de sua ajuda.
          – E o que vocês querem de mim?
          – Queremos que acabe com a felicidade daquela tribo inimiga. Mate o indiozinho filho do cacique!
          Jurupaí, que adorava fazer o mal, transformou-se em cobra, procurou o menino e o picou.
          Os índios encontraram-no morto, e choraram muito sua perda. Tristes, chamaram por Tupã, espírito do bem. Tupã escutou as lamentações e veio em socorro da tribo.
          – Vocês me chamaram e eu vim. Não se entristeçam por causa da morte do indiozinho. Plantem seus olhos na terra fofa e reguem com suas lágrimas. Assim, o menino, e a sorte que ele trazia, continuarão com vocês!
          Assim os índios fizeram. 
          Em poucos dias, nasceu um plantinha travessa, que logo cresceu e deu frutos. E seus frutos pareciam os olhos do pequeno menino. Aquela frutinha continuou dando sorte para a tribo, fortalecendo os fracos, conservando os jovens e rejuvenescendo os velhos.
          Era o guaraná.